top of page
  • Foto do escritorLeonardo Siqueira

COISAS QUE APRENDI COM 2016





Hello! Dois mil e dezesseis está acabando, finalmente, e consequentemente só consigo ler posts nas redes sociais do tipo “acaba logo 2016” ou “2016 o pior ano das nossas vidas”. Não tem como negar que este ano foi um tanto quanto turbulento pra todos nós, tragédias, términos, acontecimentos ruins e muito aprendizado… Sim, muito aprendizado. Eu costumo ser uma pessoa muito reclamona, e não diferentemente de “todo mundo”, passei de janeiro até agora só reclamando das coisas ruins que aconteceram… A verdade é que graças à força maior que nos rege, a qual chamo de Deus, não aconteceu algo tão ruim assim comigo e nem com as pessoas as quais eu amo, porem o simples fato de minha vida não ter andado pra frente e ter sido parada por 12 meses dentro de casa, fez com que eu achasse estar vivendo um inferno, e a realidade é que esse tempo “trancado” fez eu perceber que 2016 foi um dos melhores anos da minha vida e que me ensinou várias coisas que quero compartilhar com vocês nesse post 🙂


Ficar sozinho nem sempre é sinônimo de solidão



Se teve uma coisa que fiquei esse ano foi sozinho, meus melhores amigos se mudaram pra puta que pariu, minha irmã arrumou um trabalho e eu passei a ficar sem companhia. Nisso passei a me descobrir um pouco mais e ver o quão legal é estar só comigo, me levar pra passear, comer, ver filmes e etc. Me fez pensar muito nas coisas e no que eu queria, e também deu abertura pra chegada de mais pessoas na minha vida e absorver mais o que elas tinham a me oferecer. Nisso aprendi a valorizar mais minhas companhias e ver que estar sozinho nem sempre significa solidão, mas também liberdade.

Dinheiro não cai do céu


Pra uma pessoa muito consumista como eu não foi uma lição fácil de aprender, mas a vida fez questão de me abrir os olhos esse ano e fazer eu pensar em cada centavinho que eu gastaria. Sempre fui aquela pessoa que não conseguia sair de casa sem gastar um tostão, não podia ver uma blusinha na vitrine que já colocava na sacola e sempre gastava nem que seja dois reais num rolê que aparentemente sairia de graça. Com a vista grossa dos meus pais em cima de mim, e com zero reais de mesada, aprendi a valorizar mais coisas como uma simples visita na casa dos meus amigos, caminhadas e encontros ao ar livre, sem falar o quanto aprendi a valorizar as vezes que pude ir ao restaurante japonês, lanchar com os amigos, ir ao cinema, nos open bares da vida, e qualquer outra atividade que fizesse eu gastar dinheiro e acima de tudo ver que tem como se divertir de graça.

Reciclar, reutilizar e reduzir

Não é novidade nenhuma que sou apaixonado por moda e que sempre tento seguir às tendencias lançadas, só que sem grana fica um pouco difícil ne? Não muito, pois aprendi a me virar com as inúmeras peças que eu nunca havia usado e que estavam jogadas no fundo do armário, aprendi a customizar e a combinar coisas fazendo uma moda do meu estilo, reciclando e reutilizando coisas que já tinha e reduzindo os gastos sabendo investir em peças de qualidades e versáteis… Em um ano comprei coisas que ano passado haveria comprado em um mês e só assim percebi que com um pouco de criatividade e paciência eu consigo estar sempre na moda mesmo sem gastar muito.


Meu corpo reflete o que eu como e o que eu faço


Minha mãe sempre me disse que meu corpo reagiria de acordo com as coisas que eu ingerisse e eu só percebi isso neste ano. Desde que passei a dar mais valor as verduras e frutas, que às vezes deixava de lado, deparei que minha pele e meu cabelo estavam 70% melhores. Nunca torci o nariz pra nenhum alimento natural, aliás eu cresci comendo todas as frutinhas, verduras e vegetais, mas o que acontece é que as vezes trocamos ou deixamos de come-los por sem-vergonhice, e à partir que percebi tais diferenças mudei radicalmente, passei a preferir pratos mais saudáveis e ingerir bastante coisas naturais, é obvio que as vezes rola frituras, doces, e etc, mas 80% das minhas refeições são bem mais saudáveis, cortei carne vermelha da minha vida e me adaptei a exercícios físicos, e ó, meu corpo tá muito diferente do que era antes.

As pequenas coisas nem sempre são tão pequenas assim

Sabe aquelas coisas que você acha super normal e às vezes até reclama de fazê-las, como por exemplo, fazer o mercado do mês com seus pais ou ir às compras com a sua mãe? Geralmente são coisas tão pequenas e tão cotidianas que nem damos tanto valor assim, mas que pra mim valem muito. Esse ano me abriu os olhos pra várias questões que eu deixava passar assim do nada na minha vida e a valorizar até as voltinhas que eu dou com a Pipita, pois cada dia é um dia diferente e nós nunca sabemos o que vai acontecer, então aprendi a ser grato por tudo o que acontece e dar valor a absolutamente tudo.


2016 me ensinou mais um monte de coisas que nem cabem em parágrafos, como por exemplo, me tornar uma pessoa mais madura, consciente, independente e acreditar mais em mim e no meu potencial, coisas que só o tempo nos permite aprender. Só tenho a agradecer por tudo que aconteceu esse ano e captar as boas essências até dos acontecimentos ruins levando só coisas positivas daqui pra frente. Que 2017 seja maravilhoso para todos nós, e lembre-se, é você quem decide se seu ano novo será ÓTIMO ou PÉSSIMO, as escolhas estão nas suas mãos e você tem 365 dias para executá-las.

5 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Comments


bottom of page